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Exame PME trata a política de redução de custos como prioridade para contornar a crise econômica Presidente da Baker Tilly Brasil fala em matéria da Exame PME sobre a atual crise econômica financeira. Revista faz análise sobre a melhor alternativa para as empresas se precaverem de problemas futuros. O desenrolar desse turbulento cenário da economia, que se iniciou em outubro do ano passado, deixou claro às empresas que não lhes restariam outra alternativa se não a reestruturação, para enfrentar a chegada de tempos nebulosos e bem conturbados. O crescimento obtido nos últimos anos trouxe como conseqüência para muitas empresas, um aumento desnecessário nos gastos, muitas vezes superiores à evolução da receita. O assunto foi capa da edição de fevereiro/ março da revista Exame PME. "Se o dinheiro é farto, a economia vai bem e a empresa cresce, é natural que se relaxe no combate ao desperdício e que ineficiências que prejudicam o caixa sejam toleradas", declarou o presidente da Baker Tilly Brasil, Osvaldo Nieto, para o repórter Gladinston Silvestrini. A administração do caixa, que sempre foi um ponto bem delicado na maioria das empresas emergentes, tornou-se decisiva em função do dinheiro ter ficado mais caro, e das fontes de recursos terem secado. Segundo a reportagem intitulada “Em busca do desperdício zero”, o principal passo para essa reestruturação é fazer uma autoavaliação da empresa. Deve-se entender melhor sobre os gastos que são feitos, saber qual o limite de dinheiro em caixa para manter a empresa funcionando, quais despesas podem ser cortadas primeiro, se os cortes e adaptações feitos serão suficientes para manter a empresa, entre outros itens. O principal pensamento, fundamental para esse processo de autoavaliação, é qual seria o mínimo de recursos necessários para manter a empresa se ela fosse inaugurada hoje. A partir destas reflexões o empresário poderá identificar diversos pontos onde a quantidade de gastos são maiores do que o necessário. A matéria também explica que é fundamental concentrar os recursos da empresa no que realmente é essencial e buscar as alternativas mais viáveis para mantê-la, além de estudar as possibilidades para fazer economia sem precisar abdicar das inovações que possam impulsionar o seu crescimento. A idéia é adotar uma política de trabalho cada vez mais alinhada ao conceito de e eficiência, ou seja, fazer mais com menos. O corte de custos não é uma missão simples de ser executada, nem tão pouco livre de ameaças. Ele implica nas escolhas e decisões corretas sobre o que é realmente importante para sustentar o crescimento da empresa. A fórmula não existe, mas uma avaliação criteriosa costuma revelar desperdícios. Despesas administrativas e muitos gastos gerados pelas áreas de apoio ao negócio principal, como transporte e material de escritório são os mais comuns. Confira a matéria completa no Portal Exame. |
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